" É, a paciência, Foi pela vida inteira,O meu escudo
Quando o mundo disse:não,A arma branca,as lágrimas de fé,A resistência
É a força da mulher,Se eu ando distraída assim
Me deixe só
Que tô buscando
Em pensamento o meu amor
E meu olhar
Distante,deixe lá
Que em pensamento
Meu amor vem me buscar

Te quero,espero, Eu tô te vendo chegar, Estrelas, que brilham
E já nem existem por lá,Te quero,espero,Eu tô te vendo chegar
É a esperança, É como cristaleira, Resiste ao tempo
E as boladas que levou, Mulher rendeira, Não dá ponto sem nó
Bordou no linho,Toda espera de um amor, Sou uma seringueira
Aberta a te esperar
Tô te trazendo
Em pensamento só pra mim
Eu bem tava dizendo, E olha lá, Pois cedo ou tarde, Toda espera tem seu fim
Te quero,espero, Eu tô te vendo chegar,Estrelas, que brilham
E já nem existem por lá, Te quero,espero, Eu tô te vendo chegar"... 

Jorge Vercilo

Too meio sem paciência pra blogar...

Resumo dos principais dias dessa semana....

"Você é muito radical". Me irritei fácil, passei mal, consolei uma amiga, ri litros gastando com Agda e Vanessa, o curso quinta foi 10, minha vó precisou ir no HGE, não fui um dia se quer pro Ifba, Segunda tenho teste de química, minha saida hoje não deu certo, amanha to em salvador, domingo igreja.

A raiva passou e a calmaria está de volta, resolvi dar tempo ao tempo, uma guinada em minha vida, decidi que verdadeiramente estou ignorando tudo aquilo que acredito que não me faça bem, e  independente de qualquer coisa se não valer a pena pra mim..... a partir de semana passada já não me serve mais!

beeeijOdalua!

Cá entre nós: fui eu quem sonhou que você sonhou comigo?
Ou teria sido o contrário?


Sonhei que você sonhava comigo. Mais tarde, talvez eu até ficasse confuso, sem saber ao certo se fui eu mesmo quem sonhou que você sonhava comigo, ou ao contrário, foi quem sabe você quem sonhou que eu sonhava com você. Não sei o que seria mais provável. 
Você sabe, nessa história de sonhos — falo o óbvio —, nunca há muita lógica nem coerência. Além disso, ainda que um de nós dois ou os dois tivéssemos realmente sonhado que um sonhava com o outro, também é pouco provável que falássemos sobre isso. Ou não? Sei que o que sei é que, sem nenhuma dúvida:
Sonhei que você sonhava comigo. Certo? Não, talvez não esteja nada certo. Também não era isso o que eu queria ou planejava dizer. Pelo menos, não desse jeito embaçado como uma vidraça durante a chuva. Por favor, apanhe aquele pequeno pedaço de feltro que fica sempre ali, ao lado dos discos. Agora limpe devagar a vidraça — quero dizer, o texto. Vá passando esse pedaço de feltro sobre o vidro, até ficar mais claro o que há por trás. Lago, edifício, montanha, outdoor, qualquer coisa. Certamente molhada, porque só quando chove as vidraças embaçam. Será? Não tenho certeza, mas o que quero dizer, disso estou certo, começa assim:
Sonhei que você sonhava comigo. Agora penso que é também provável que — se realmente fui mesmo eu a sonhar que você sonhou comigo; e não o contrário — eu não estivesse sonhando. Nada de sono, cama, olhos fechados. É possível que eu estivesse de olhos abertos no meio da rua, não na cama; durante o dia, não à noite — quando aconteceu isso que chamo de sonho. Embora saiba que — se foi dessa forma assim, digamos, consciente — então não seria correto chamá-la de sonho, essa imagem que aconteceu —, mas de imaginação ou invento até mesmo delírio, quem sabe alucinação. Mas não, não é isso o que quero contar, O que quero contar, sei muito bem e sem nenhuma hesitação, começa assim:
Sonhei que você sonhava comigo. Parece simples, mas me deixa inquieto. Cá entre nós, é um tanto atrevido supor a mim mesmo capaz de atravessar — mentalmente, dormindo ou acordado — todo esse espaço que nos separa e, de alguma forma que não compreendo, penetrar nessa região onde acontecem os seus sonhos para criar alguma situação onde, no fundo da sua mente, eu passasse a ter alguma espécie de existência. Não, não me atrevo. Então fico ainda mais confuso, porque também não sei se tudo isso não teria sido nem sonho, nem imaginação ou delírio, mas outra viagem chamada desejo. Verdade eu queria muito. Estou piorando as coisas, preciso ser mais claro. Começando de novo, quem sabe, começando agora:
Sonhei que você sonhava comigo. Depois que sonhei que você sonhava comigo, continuei sonhando que você acordava desse sonho de sonhar comigo — e era um sonho bonito, aquele —, está entendendo? Você acordava, eu não. Eu continuava sonhando, mas na continuação do meu sonho você tinha deixado de sonhar comigo. Você estava acordado, tentando adequar a imagem minha do sonho que você tinha acabado de sonhar à outra ou à soma de várias outras, que não sei se posso chamar de real, porque não foram sonhadas. Mas, se foi o contrário, então era eu, e não você, quem tentava essa adequação — nessa continuação de sonho em que ou eu ou você ou nós dois sonhamos um com o outro. Nos víamos? Quase consegui, agora. Preciso simplificar ainda mais, para começar de novo aqui:
Sonhei que você sonhava comigo. Depois, fiquei aflito. E quase certo de que isso não tinha acontecido. O que aconteceu, sim, é que foi você quem sonhou que eu sonhava com você. Mas não posso garantir nada. Sei que estou parado aqui, agora, pensando todas essas coisas. Como se estivesse — eu, não você — acordando um pouco assustado do bonito que foi ter tido aquele sonho em que você sonhava comigo. Tão breve. Mas tudo é muito longo, eu sei. Estou ficando cansativo? Cansado, também. Está bem, eu paro. Apanhe outra vez aquele pedaço de feltro: desembace, desembaço. Choveu demais, esfriou. Mas deve haver algum jeito exato de contar essa história que começa e não sei se termina ou continua assim:
Sonhei que você sonhava comigo. Ou foi o contrário? Seja como for, pouco importa: não me desperte, por favor, não te desperto.


O Estado de S. Paulo, 9/12/1987

Quem nunca teve um super heroí? 

Meu super heroí está no cargo há cerca de 5 anos se nao me enganoo....
 
É assim 

Houve tempos em voce precisou chorar, e ele/ela te consolou.
Houve tempos em que voce sorriu, e ele/ela sorriu com voce. 
Houve tempos em que voce brigou, questionou e ele/ela te apoiou.
Houve tempos em que voce sonhou, lutou, acreditou e viveu intensamente muitas emoções.
E ele/ela, com sua amizade verdadeira esteve ao seu lado, enfrentando todos os obstáculos, acreditando em voce e seus ideais.
Houve tempos em que se sentiu sozinha, mas ele apareceu em sua minha vida com seu jeito especial e sua amizade verdadeira.

Explicando.... 

Acho que passamos grande parte do nosso tempo pedindo ajuda demais, se apoiando demais. em coisas que estao ao alcançe de nossas maos, mais hoje percebi que herois estao aqui para nos ajudar sim! mais parcialmente e nao levar nossa carga nas costas por prazer ou algo do tipo... 

Hoje experimentei um gostinho diferente, experimentei a independencia, experimentei alcançar o que precisava com minhas proprias maos e como resultado disso estou radiante! 
Pode ser uma besteira para muitos, mais para mim foi a primeira conquista de muitas que virão! 

Arrisque-se, experimente coisas novas....  E dê um descanço para seus super herois!  

Afinal eles merecem......

beeijOdalua!

Ludmila Ferreira

"Cumplicidade não se compra, afinidade não se explica, amizade não se força, confiança não se obriga e sentimento não se controla....."



"Te desafio a encontrar em mim o que quer achar"

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Se for para sonhar um sonho pequeno, eu prefiro dormir...